quinta-feira, 24 de abril de 2008

Have no fear........

Long Nights
Eddie Vedder
Composição: Eddie Vedder

Have no fear
For when I'm alone
I'll be better off than I was before

I've got this light
I'll be around to grow
Who I was before
I cannot recall

Long nights allow me to feel...
I'm falling...I am falling
The lights go outLet me feel
I'm falling
I am falling safely to the ground
Ah...

I'll take this soul that's inside me now
Like a brand new friend
I'll forever know

I've got this light
And the will to show
I will always be better than before

Long nights allow me to feel...
I'm falling...
I am falling

The lights go out
Let me feel
I'm falling
I am falling safely to the ground
Ah...

FDS

A Galinha, eu e a Doida
Foto perfeita

Só artistas - Mario supusitório, Ed maluco, Airton Brega, e eu - The Best


"A Quadrilha" - o chefe é o do meio! Construido por escravos no período de 1880 - 1890, tendo sido terminado somente em 1906





Passeio no final de semana (FDS): Cedro - Quixada - Ce

Dica gastronômica - Orlando " o rei da peixada! - preço muito bom, já a comida....

História:

Como os trabalhos de projeto e de construção da barragem do Cedro tiveram seu início na década de 1880 – 1890, os detalhes correspondentes não são mais disponíveis nos arquivos. Assim sendo, a presente descrição focaliza mais os aspectos históricos, estando as características da barragem mostradas nas fotos apresentadas.
Tem como finalidades a irrigação, o desenvolvimento das culturas de vazante, a piscicultura, o aproveitamento das áreas de montante e o abastecimento de água da cidade de Quixadá.
Foi projetada e construída pela Comissão de Açudes e Irrigação. Seu atual proprietário é o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), órgão federal que substituiu a Comissão de Açudes e Irrigação.
Com o impacto das secas dos anos de 1877/79, o Governo Imperial, no ano de 1880, solicitou ao Engº. Jules Revy o estudo das melhores áreas e respectivos boqueirões para a construção de açudes. A barragem do Cedro teve seu primeiro projeto executado no ano de 1882 pelo mesmo Engº. Jules Revy. No ano de 1889, sob a direção do Engº. Ulrico Mursa, da Comissão de Açudes e Irrigação, após cuidadosos estudos locais, foram realizadas modificações no projeto original, que obtiveram aprovação oficial do governo. Iniciaram-se, então, a 15 de novembro de 1890, os trabalhos de construção da barragem, os quais só foram concluídos no ano de 1906, já então sob a direção do Engº. Bernardo Piquet Carneiro.
Durante o seu projeto e construção ocorreram fatos que valem ser ressaltados, como as secas dos anos de 1888/89, 1891, 1898, 1900 e 1902, o que tornou o açude uma obra considerada de emergência. Outros fatos ocorreram após a sua construção que merecem ser citados, como:
em 1924 - sangrou pela primeira vez;
em 1925 - houve uma outra sangria;
em 1930/32 - durante este período o açude secou completamente;
em 1974/75 - aproximadamente 50 anos depois, houve novas sangrias


Fotos by Gumercindo Rolim

domingo, 13 de abril de 2008

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Yamaha XTZ 250 X


A nova XTZ 250X é uma versão do modelo Lander 250, que tem como irmã menor a XTZ 125X, desenvolvidas com base em um inédito e pioneiro conceito da Yamaha, o conceito "X", criado com exclusividade e com apelo genuíno off-road com preparação para os desafios on-road do dia a dia. As motos com o Conceito "X" da Yamaha foram concebidas a partir da experiência e know-how adquiridos em competições internacionais como o MotoGP e Mundial de Motocross.A nova XTZ 250X leva um propulsor monocilíndrico, quatro tempos, OHC (Over Head Camshaft) de exatos 249 cc que desenvolve 21 cv a 7.500 rpm e é comandado por um eficiente sistema, a Unidade de Controle Eletrônico (ECU), que monitora e analisa as informações de dez sensores e transmite os comandos aos vários sistemas, para que funcionem de forma ideal.
O Sistema Yamaha de Injeção Eletrônica aliada ao Sistema de Indução de Ar (Air Induction System) e ao catalisador asseguram menores emissões de gases poluentes. O tanque de combustível tem capacidade para 11 litros com tratamento em zinco - anticorrosão. Os aros em alumínio de 17 polegadas, na cor preta, são calçados por pneus esportivos, proporcionando uma melhor aderência, conforto, dirigibilidade e esportividade da motocicleta.
O assento tem cor e textura que caracterizam o conceito "X" da Yamaha e comporta duas pessoas com muito conforto. O painel de instrumentos acomoda em um único mostrador de cristal liquido multifuncional com hodômetro total e dois parciais (TRIP-1 e TRIP-2), indicador do nível de combustível, relógio e contagiros. Os LEDs indicam: neutro, farol alto, luz de direção e alerta do motor.Em perímetro urbano a XTZ 250X oferece vantagens como o ótimo torque e excelentes retomadas. O comportamento dinâmico da XTZ 250X é neutro e estável, privilegiando as rápidas mudanças de trajetória. O chassi é do tipo semi-berço duplo. A suspensão dianteira reforçada do tipo telescópica tem curso de 240 mm, enquanto a traseira, Monocross, tem 220 mm - re-calibrados e adequados a proposta da moto para o uso urbano. A segurança fica por conta dos freios de alto poder de frenagem: na frente um disco com 245 mm de diâmetro e na traseira um disco de 203 mm de diâmetro.O novo conceito X é fiel a tendência mundial que nasceu nas pistas e ganhou as ruas, as Super Moto unem a robustez do modelo trail e a agilidade das motocicletas esportivas, características perfeitas para o uso urbano. A opção perfeita para quem quer radicalizar o seu dia a dia. Detalhes exclusivosA XTZ 250X tem pintura especial Mat Black - utilizada na superesportiva YZF-R1, em partes como o bloco do motor, suspensão dianteira e traseira e aros das rodas, em harmonia com a pintura preta e grafismo vermelho, passando uma aparência mais agressiva, característica das motos esportivas. A tampa do tanque de combustível garante um design exclusivo e esportivo.Acompanhando as dimensões das rodas, o pára-lama dianteiro é curto e afilado, com forma de lança, já o pára-lama traseiro é totalmente diferenciado e inédito, integrando lanterna LED (15 diodos) e suporte de placa semelhante ao modelo esportivo YZF-R6.Os protetores das suspensões dianteiras, além de protegerem os amortecedores, também transmitem a imagem de robustez e esportividade. A XTZ 250X 2008 já pode ser encontrada na Rede de Concessionárias Autorizadas Yamaha, na cor preta.As motocicletas Yamaha têm um ano de garantia, sem limite de quilometragem.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Na agenda Barra dos Remédios - Camocim


Cura para todos os males, e olha que eu falo com conhecimento de causa!!!

O vento sopra inclementemente e é tanta areia que você já começa a se achar parte do cast de algum filme com as Fernandas mãe e filha. E o vento sopra ainda mais areia no seu rosto. Mas aí um rio deságua no mar e uma milagrosa palhoça, feita por um nativo altruísta (não o chame assim, senão apanha), oferece sombra. E tudo fica bem bom. Faça qualquer coisa para chegar lá.......

Everybody Crazy

Alanis Crazy

Me Crazy

Nelly - Crazy

Suzuki GSF 650 F






Suzuki GSF 650 F
Essa mocinha aí pode ser considerada um pequena soprt tourer. Pra nós, brasileiros, ela pode até ser consederada média-grande, mais por aí afora, além mar, ela é a moto ideal para iniciantes! Diversão garantida, ela possui motor 4 cilindros injetado , refrigerado a água. Sua principal característica é sua polivalência, ela é meio super sport, meio touring, muito confortável, ideal para andar com garupa, sendo sua a substituta natural da ultrapassada gsf 750 f - "a monica!".


Tendo por base a sua naked utilitária de média cilindrada, a Bandit 650, a Suzuki acaba de lançar na Europa, uma moto muito prática para uma utilização diária mas com uma imagem bem esportiva. Num olhar distraído este modelo passa sem muita dificuldade por uma unidade da família GSX-R, mas na verdade é uma moto bem mais acessível e com maneabilidade bem superior para o uso no dia a dia .Esteticamente este modelo consegue ser agradável, bastante longe de algumas tentativas que a marca já encetou na tentativa de dotar de carenagem modelos despidos, como as próprias Bandits, que na minha opinião ficam bem feinhas vestidas, sendo melhor nuas, diferentemente das FZ6 que vão bem nua ou vestida. A frente é marcada pela dupla óptica triangular, com dois espelhos sobrepostos e duas luzes de presença.




No que respeita à técnica, este modelo utiliza a base mecânica desenvolvida para a mais recente geração refrigerada por líquido das Bandit´s, um motor de quatro cilindros de 656 cc e injecção de combustível, com aproximadamente 85cv ( a marca não divulga a potencia de suas motocas). A caixa é de seis velocidades, suave e precisa como é normal nesta marca, e a embreagem é de comando hidráulico. No que respeita à ciclística, este modelo aposta numa estrutura simples mas eficaz, que ajuda a conter o custo final da moto. As suspensões funcionam correctamente e dão-nos um bom tacto de condução, no entanto, respondem de forma seca a irregularidades do piso mais salientes. Na travagem a GSX 650 F conta com dois amplos discos de 310 mm na frente, mordidos por pinças de quatro pistões. Estes respondem de forma suave, sendo muito fáceis de explorar por condutores menos experiente. Além disso, possuem a potência necessária para as situações mais exigentes, embora sem a mordacidade de uma desportiva. O painel de instrumentos tem inspiração desportiva que lhe deu origem. Este possui um conta-giros de fundo branco e grandes dimensões com indicador luminoso de rotação. Destaca-se ainda o indicador de marcha engrenada e, ao lado, um mostrador digital, apresenta todas as restantes informações. Mas o espírito desportivo desaparece assim que iniciamos a marcha e nos apercebemos de quão confortável é a posição de condução. O guidão é alto e com a largura correta, e os pés encontram as pedaleiras sem obrigar a que se flexione muito as pernas. O conforto está assim garantido, ainda que o assento possua uma espuma firme, compensada por um desenho bastante anatómico e que garante uma boa área de apoio. O motor tem um funcionamento muito suave e silencioso, quase não se ouvindo. Dá ideia de ser eléctrico. A sua resposta acompanha esta sensação, sendo sempre constante ao longo de todas as rotações, não se negando a responder, mesmo que se esteja numa rotação baixa. Estas características fazem da GSX 650 F numa excelente companheira para uma utilização citadina. A sua posição direita dá-nos uma visão privilegiada do que se passa à nossa volta, o guiador garante um bom domínio da direcção e o conforto permite circular sem sacrifícios. Parada, nota-se um pouco o peso que o modelo tem, algo elevado, mas em marcha este desaparece, dando lugar a uma moto bastante ágil.




Em estrada esta agilidade dá à GSX 650 F um comportamento muito divertido, permitindo negociar zonas sinuosas com uma ampla dose de divertimento. É claro que não permite uma utilização muito extremada, mas bem levada permite não passarmos vergonha frente a uma desportiva de cilindrada igual. Tem a grande vantagem de permitir que o façamos em muito maior conforto e durante mais tempo, graças ao depósito de combustível, um pouco maior que o das «supersport». O motor comporta-se muito bem, respondendo de forma intensa desde médias rotações e aceita sem problemas que se façam alguns momentos em sobre-regime. Contudo, oferece mais se o mantivermos na faixa entre as 5000 e as 10000 rpm. Isto leva-nos até à auto-estrada, onde as reais vantagens da carenagem vêm ao de cima. A protecção que oferecem é boa, embora seja necessário assumir uma posição ligeiramente curvada para se tirar total partido das mesmas. Aqui apenas notamos uma ligeira vibração do motor, que surge à velocidade de cruzeiro. Sente-se, mas não chega a incomodar. Mas uma das grandes vantagens da GSX 650 F face a uma desportiva é o conforto que proporciona ao passageiro. Este, com o amplo assento, boa pega e posição relativamente direita, não tem muito por onde se queixar em tiradas mais longas. É uma moto que permite realizar viagens a dois sem grandes sacrifícios.




Conclusão - Colocada dentro da gama «Bandit», a GSX 650 F não faz muito sentido, já que pouco mais oferece que a GSF 650 S, a versão semicarenada. Mas temos de olhar para este modelo como uma forma prática e acessível de ter a imagem de uma desportiva sem os seus inconvenientes. Oferece todos os aspectos práticos da conhecida linha de utilitárias, mas com uma imagem mais moderna, activa e radical, passando facilmente por um elemento da família GSX-R. Acaba por ser uma moto muito prática e eficaz em vários terrenos.




Se ela vai ser comercializada aqui no Brasil, seja fabricação nacional ou imoirtada, perguntem ao J. Toledo!!!




Especificações do sítio da Suzuki Global
Engine Type 4-stroke, 4-cylinder, liquid-cooled, DOHC
Bore x Stroke 65.5 mm x 48.7 mm
Engine Displacement 656 cm3 (cc)
Compression Ratio 11.5 : 1
Carburetion Fuel Injection 36 mm
Oil capacity (overhaul) 3.7 L (1.0 US gal.)
Ignition Fully transistorized
Starter System Electric
Lubrication System Wet sump
Transmission 6-speed constant mesh
Primary Drive Ratio 1.700 (85/50)
Final Drive Ratio 3.200 (48/15)
Frame Type Double-cradle (high-tensil steel)
Rake / Trail 26 degrees / 108 mm (4.3 in.)
Suspension


Front
41mm telescopic forks, coil spring, oil damped, adjustable spring preload
Rear
Swingarm, link type, coil-spring, oil damped, adjustable spring preload and rebound damping
Wheels
Front 17 M/C x MT3.50, cast-aluminum-alloy
Rear 17 M/C x MT5.00, cast-aluminum-alloy
Brakes
Front Disc, twin
Rear Disc
Tires
Front 120/70ZR17M/C (58W), tubeless
Rear 160/60ZR17M/C (69W), tubeless
Fuel Tank Capacity 19.0 L (5.0 US gal.)
Overall Length 2,130 mm (83.9 in.)
Overall Width 760 mm (29.9 in.)
Overall Height 1,225 mm (48.2 in.)
Wheelbase 1,470 mm (57.9 in.)
Ground Clearance 125mm (4.9 in.)
Seat Height 770 mm (30.3 in.)
Dry Weight 216 kg (476 lbs.)

domingo, 23 de março de 2008

Se conselho fosse bom ninguém dava, vendia.....

O pneu furou? Uma das dúvidas mais freqüentes é o que fazer se o pneu furar. Existem alguns recursos no mercado e algumas precauções que devem ser tomadas. Recomendamos antes de mais nada, nunca pegar a estrada com pneus carecas ou em mau estado de conservação pois seu itinerário ou viagem pode acabar mal. Para pneus com câmara de ar. Existem alguns produtos no mercado e são facilmente encontrados em lojas de acessórios para moto, são sprays de ar comprimido que juntamente com uma solução especial enchem e vedam o furo. Quase sempre funcionam mas são inúteis se o furo for grande ou na lateral do pneu. A desvantagem é que a solução fica na câmara e dificulta a colagem ou remendo do furo. O único recurso é trocar a câmara. Existem outros produtos que são colocados antes do pneu furar mas sua eficiência é duvidosa. Você pode optar por sempre levar um kit de reparo contendo espátulas, cola , bomba e lixas. Lembre-se que para fazer o reparo de um pneu é necessário um pouco de técnica pois do contrário você pode destruir sua câmara. Para pneus sem câmara de ar Mesmas recomendações do pneu com câmara só que o kit de reparo é diferente pois contém as buchinhas para colocar no furo.

Nas viagens Durante viagens longas sua moto vai precisar de manutenção pois o desgaste das peças e engrenagens é muito maior. É necessário verificar a cada 500 Km o nível do óleo do motor, a lubrificação e a tensão da corrente. Sempre que parar para abastecer verifique se os pneus precisam de calibragem. Cuidado com a disposição da bagagem e a tensão das amarras, pois elas podem se soltar durante a viagem. Sugerimos aqui um kit básico, que poderá resolver a grande maioria dos problemas com sua motocicleta. -Peças: cabos do acelerador, freios, embreagem. Fusíveis, lâmpadas para o farol, lanterna e setas. Câmaras de ar sobressalentes (importante pois o reparador de câmara danifica as câmaras de ar). Velas de ignição. Corrente usada. -Utensílios: elástico extra para bagagem, canivete ou faca, rolo de fita isolante. Um pequeno pedaço de fio e um de arame fino. Lanterna pequena. Um pequeno conjunto de parafusos, arruelas e porcas. Roupa impermeável (importante). Pequeno frasco tipo dosador com óleo de motor para lubrificar a corrente. -Para o camping: sacos de dormir, barraca, sabão, escova, toalha, desodorante, repelente, cantil, marmitas, facão, etc. -A armadura: jaqueta e botas de motoqueiro, luvas de couro sem forro (absorvem o suor e mantêm as mãos frias). Calça de couro ou calça jeans velha (depois de um dia inteiro de viagem sua calça nova pode desmanchar). Capacete fechado. O capacete aberto é mais charmoso mas é inviável devido à chuva, insetos, poeira, pedras e pássaros. Caneleiras, se for viajar por terrenos arenosos, com cascalho ou britas. -Não leve: mochilas nas costas, pois elas causam cansaço e "caem" nas curvas. Excesso de bagagem. Excesso de peso. -Cuidados: procure não desrespeitar a velocidade limite pois um tombo longe de casa pode estragar sua viagem. Cuidado com o garupa: procure levar na garupa pessoas preparadas pois ele vai sofrer um cansaço físico maior que você. Evite viajar durante a noite.

Lubrificação da corrente: Todas as marcas recomendam que a cada 500 km você lubrifique a corrente, isso evita o desgaste excessivo apesar de sujar bastante a roda traseira, mas é mais barato limpar a moto toda semana que trocar um conjunto de relação que pode chegar a US$ 700,00 em algumas motos importadas. O lubrificante mais recomendado é óleo 90 (altamente viscoso) alguns preferem graxa náutica que é branca e não sai com água.

Calibragem dos pneus: Manter a calibragem dos pneus correta pode fazer a diferença entre estar em condições de fazer uma curva ou "seguir reto". As motos com pneus entre 170 a 190 (traseiro) quando usadas sem garupa devem usar de 38 a 40 libras (pneu quente). OBS: O pneu quando aquece pode por dilatação do ar, aumentar a calibragem em até 8 libras, isto significa que um pneu calibrado frio e usado em condições quentes como uma viajem com mais de 45 minutos a uma temperatura ambiente de 20° C pode chegar a 48 libras, deixando seu pneu muito duro, perdendo sua aderência quando você mais precisa, nas curvas. Já o dianteiro deve usar 4 libras a menos que o traseiro pois seu volume cúbico é menor. Se você preferir utilize Nitrogênio para calibrar, pois ele tem um ponto de dilatação mais elevado e isto mantem mais estável a calibragem. Resumindo, quando você for andar na cidade, calibre no máximo, mas quando for para estrada, lembre de acertar sua calibragem para menos, mantendo a melhor performance dos seus pneus.

Troca dos pneus: Quando você for trocar um pneu tenha alguns cuidados básicos: Procure sempre trocar em máquina de montagem, especialmente se for rodas raiadas. Após a troca lembre que todo pneu vem de fábrica com uma camada de cera bastante escorregadia e tracionar ou forçar uma curva é tombo certo! Mas como evitar isso? Se for pneu dianteiro, use uma lixa grossa de qualquer tipo e passe em toda banda de rodagem; Se for traseiro, vá até uma área de areia ou cascalho fino e dê uma patinada com no mínimo duas voltas no pneu e estará limpo, a areia funcionará como lixa. Quando trocar? Geralmente os pneus originais aguentam em torno de 10.000 km nas esportivas e 12.000 km nas custons, mas independente disso se você perceber que os pneus estão quase sem friso na faixa central, não esite, troque-os. Outra maneira é se caso você começar a perceber que a moto está um pouco instável especialmente em curvas, examine primeiro a calibragem, se estiver correta, então desconfie do desgaste dos pneus. Como escolher o pneu certo? Há vários tipos de pneus, alguns mais duros que duram mais e são menos eficazes quando usados no limite e outros mais macios que duram menos, mas que são "verdadeiros chicletes" no asfalto. Pense em como você usa sua moto e faça a escolha certa.

Parafusos em geral: Sempre que lembrar, dê uma geral nos parafusos de carenagem, rodas, suportes, etc. A alta vibração provocada tanto pelo motor quanto pelo tipo de calçamento afrouxam sistematicamente os parafusos, portanto não deixe de manter sua moto sempre justa.

Óleo lubrificante: Uma manutenção ideal é aquela em que você troca de óleo a cada 3.000 km e filtro a cada 6.000 km. As motos que andam em alto giro, quebram mais rapidamente as moléculas do óleo e por isso ele afina rápido, tornando necessário sua substituição. (entenda-se giro alto como 6.000 a 14.500 rpm). O mais recomendado para altos giros é o 20/40 e nas motos que andam com giro mais baixo pode-se usar até o 20/50 o mesmo usado nos carros em geral. Controle sempre o nível do óleo e acompanhe o "som do motor" ele revela muita coisa para você, as vezes você percebe o nível baixo do óleo pelo barulho excessivo das engrenagens, algo distinto do que você acustumou a ouvir.

Gasolina no tanque: Os mecânicos de competição no Brasil, recomendam que se use gasolina comum a maior parte do tempo, não adianta usar gasolinas especiais com maior octanagem, pois o rendimento na cidade e na estrada é imperceptível. O aconselhável é usar de vez em quando na estrada um ou dois tanques de gasolina aditivada para descarbonizar o motor e limpar as partes móveis. Manter o tanque sempre cheio evita que se formem gotículas na parte superior do tanque. Essas gotículas quando permanecem por muito tempo, tendem a formar ferrugem no tanque provocando oxidação das partes móveis de bomba, carburador, etc. Por isso, mantenha sempre o tanque o mais cheio possível o que evita também que a bomba receba sujeira ou água. Já que a água é mais pesada que a gasolina, ela sedimenta no fundo do tanque e quando você anda muito na reserva, ela vai para o motor e começa aquela sessão "falha tudo".

Bateria: Examine pelo menos uma vez a cada seis meses o nível da água da bateria, mas se caso sua bateria começar a dar sinal de vida, isto é, o farol enfraquece em marcha lenta, pisca junto com a sinaleira ou acende quando você acelera, pode procurar um posto e completar o nível da solução. Caso nada disso funcione, procure a loja mais próxima e troque-a, pois essas motos sem pedal de arranque, são pesadas para empurrar mais de uma vez! OBS: Se você for viajar e deixar a moto muitos dias sem ligar, desligue o polo (-) negativo da bateria por segurança e por precaução contra uma possível descarga da bateria.

Moto no descanso Central: As motos com motor em linha, (cilindros um ao lado do outro) que tem carburadores um ao lado do outro devem preferencialmente ficar no descanso central. Essa medida serve para manter a equalização dos carburadores, pois quando a moto está no descanso lateral, por gravidade, os carburadores ficam com níveis variados de combustível facilitando a perda da equalização, responsável pelo funcionamento equilibrado de todos os cilindros. Caso a sua moto for ficar mais de três ou quatro dias sem funcionar, opte por usar o cavalete central, nos casos de esportivas que não possuem este, compre um cavalete de oficina que suspende a roda traseira.

Capa da moto: Jamais coloque a capa quando a moto ainda estiver com o motor quente Além do risco de incêndio por tocar partes super aquecidas, ainda há o fato da capa fazer a moto suar, e com o tempo oxidar partes metálicas.

Fonte : Castrol

Suzuki B King

Suzuki B King

A Suzuki assombrou o mundo quando exibiu, no Salão de Tóquio de 2001, o modelo B-King 1300. A moto, classificada como conceito, estava equipada com enorme motor de quatro cilindros em linha, de 1300cm³ (herdado do modelo Hayabusa), alimentado com turbo compressor, e potência de (insanos) 250cv, que permite alcançar velocidade final superior a 300km/h.As motos conceitos são muito mais do que exercícios de criatividade da engenharia das montadoras para exibição de sua tecnologia nos salões e atrair o público. Sinalizam com antecedência os possíveis rumos a seguir. A aposta é em quanto tempo toda aquela tecnologia de ponta e o desenho inovador chegarão às motos de rua. No caso da B-King, sua produção se iniciou em 2007, mas com o motor amansado ou melhor, com dois motores, pois incorporou o Suzuki Drive Mode Selector (S-DMS).



A J.Toledo, representante da marca Suzuki no Brasil, anunciou a comercialização da B King. Trata-se de uma enorme naked, com motor de quatro cilindros em linha, que compartilha com a esportiva Hayabusa 1300. O visual permaneceu fiel à proposta inicial, mas o motor teve que fazer uma cirurgia, para se adaptar à realidade do mercado. Quando foi apresentada em Roma, na Itália, em julho de 2007, o motor perdeu o turbo e toda sua brutalidade. Continuou extremamente potente, com 183,6 cv a 9.500 rpm, e um supertorque de 14,9 kgfm a 7.200 rpm, mas agora pode ser pilotada por gente normal. Entretanto, a Suzuki providenciou a ajuda da eletrônica para conservar uma porção furiosa do motor de 1.340 cm³, que tem a ajuda de 16 válvulas em titânio, injeção eletrônica e refrigeração líquida, com um radiador (servido por duas ventoinhas) para a água e outro para o óleo.O sistema Suzuki Drive Mode Selector (S-DMS) permite dois tipos de mapeamento eletrônico do motor, que adquire dupla personalidade. O S-DMS é operado por um botão sobre o tanque. No modo A, a potência chega sem restrições e o piloto pode conduzir agressivamente. No B, a potência e o torque são entregues de forma mais suave e progressiva, favorecendo a pilotagem em condições de pouca aderência, como piso molhado, por exemplo. Na prática, é como se tivéssemos dois motores numa mesma moto, ou seja uma hora voçê tem uma bandit 1250 (A) e na outra uma 650(B). Para que não haja dúvidas, a opção é mostrada em destaque no painel, que tem o conta-giros analógico (em destaque) e tela digital, com computador de bordo (velocidade, odômetro, média de velocidade, tempo de viagem, combustível etc.), que dispõe ainda de relógio, indicador de marcha engatada e pressão do óleo.PonteirasUma das principais características da B-King original foi conservada: as ponteiras dos escapes são enormes, com saídas altas, junto à rabeta. O tanque tem capacidade para 16,5 litros e aletas laterais, que abrigam as setas, transmitindo a sensação de mais volume. O farol é assimétrico e fica dentro de uma pequena carenagem. O freio dianteiro tem duplo disco, de 310 mm de diâmetro, com pinças Nissin de ataque radial e quatro pistãos. No freio traseiro, há um disco simples de 260 mm de diâmetro.A suspensão dianteira é Kayaba, do tipo invertida, herdada da superesportiva GSX 1000R, e a traseira, mono, em balança em alumínio, ambas ajustáveis. As rodas são em liga leve, com aros de 17 polegadas, calçadas com pneus 120/70, na dianteira, e 200/50, na traseira. O câmbio tem seis marchas e o peso a seco é de 242 kg. Todo o conjunto é seguro por um quadro em alumínio, com arquitetura perimetral. A Suzuki GSX 1300 B-King tem preço sugerido de R$ 69.615, sem o frete. Sua principal concorrente no momento é a MT -01, só que esta tem apenas 2 cilindros, e em breve tera uma concorretente de peso a novíssima V-max, quem viver verá!!!!

sexta-feira, 21 de março de 2008

Moto Guzzi Stelvio

Da própria Honda -Reparem o preço 30.000 !!!



A CB 600F Hornet evoluiu. E evoluiu de tal maneira, que mudou completamente. A mais nova versão do modelo foi concebida especialmente para atender aos anseios de um consumidor exigente que está em busca de desempenho, segurança e facilidade na pilotagem, além de um visual exclusivo. As novidades vão desde o pacote tecnológico ao novo design, passando por um motor mais compacto e potente. Em outras palavras, é diferente de tudo o que já foi visto nessa motocicleta que é um marco para o estilo “naked” (sem carenagem) no Brasil.Referência entre as motos street sport, a nova Hornet chega para revolucionar o mercado. A começar pelo seu design impactante. As linhas estão mais marcantes, modernas e agressivas com as extremidades mais compactas. Suas formas destacam a robustez do modelo e suas principais características, tais como conforto e alta performance. Destaque para o conjunto frontal com formas aerodinâmicas que tem a proposta de minimizar e melhorar a ação do vento. O restante do conjunto mantém de forma arrojada, integração entre as linhas da carenagem frontal e o tanque, além da parte traseira da motocicleta que transmite sensação de leveza e velocidade.Mas as novidades não param por aí. A performance dinâmica é garantida pela nova ciclística, inspirada nas esportivas que disputam o Mundial de Motovelocidade. O modelo foi projetado com base no conceito de centralização de massas. Assim, há uma concentração do peso próximo do centro de gravidade da moto associada à redução de massa nas extremidades. O resultado é um comportamento ágil e preciso, tornando a pilotagem mais esportiva, bem como estabilidade em traçados sinuosos e respostas imediatas ao comando do piloto. A nova Hornet é também muito mais leve. Seu peso total foi reduzido em 8kg se comparado com a versão anterior. Agora, ela está com 173 kg a seco. Para chegar a esse resultado, os tubos de aço do chassi foram substituídos por uma estrutura de alumínio mais compacta e rígida, proporcionando maneabilidade. Além disso, o motor atual é 8% mais leve.A tecnologia Honda é vista no potente motor DOHC (Double Over Head Camshaft), que agora gera potência máxima de 102 cv – ante 96,5 cv da versão anterior. O modelo recebe, ainda, o sistema de injeção eletrônica de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection) e será o primeiro da marca fabricado em Manaus (AM) a incorporar esse equipamento, que entre os benefícios, é responsável pela baixa emissão de poluentes na atmosfera.Para os que procuram uma moto equilibrada, a segurança não ficou de fora e o público tem a sua disposição a mais evoluída geração de freios ABS (Anti Lock Brake System) com CBS (Combined Brake System) como versão opcional.Design exclusivo e moderno O estilo radical e agressivo da CB 600F Hornet chama a atenção. Seu design reforça o conceito “Street Fighter Naked”, uma combinação perfeita entre linhas fluidas e formas mais acentuadas e arrojadas aliada à imagem mecânica. Toda a estrutura é focada na leveza e compactação para proporcionar maior esportividade e melhor desempenho. Quando o assunto é o conjunto frontal, a Hornet está com uma identidade ainda mais marcante, graças às suas formas agressivas e que destacam a robustez do modelo. A carenagem do farol recebe uma nova geometria em harmonia com o design lateral, que foi segmentado em duas partes transmitindo leveza e velocidade. O desenho do tanque de combustível possui formas inéditas, no qual necessitou de alta tecnologia de estamparia para moldar as linhas acentuadas, vincos e curvas da peça.A parte frontal do tanque é mais larga para proporcionar boa autonomia durante a viagem, devido a sua maior capacidade. Agora, ele está com 19 litros, sendo 3,5 litros de reserva. Já a superfície traseira é menor para propiciar melhor encaixe das pernas do piloto. Para compor essa nova disposição que une e integra a leveza da parte superior (carenagem de farol, tanque, assento e rabeta) com a força das partes mecânicas, a lateral recebeu um suporte de pedaleiras com linhas técnicas que se assemelham com o desenho do motor, enquanto a rabeta de forma harmoniosa se assemelha ao suporte das pedaleiras. Para completar, a tampa lateral integra perfeitamente o motor com o assento.O painel de instrumentos é novo e está ainda mais moderno e completo. Em harmonia com o design, recebeu um exclusivo display digital multifunção com um conta-giros eletrônico com mostrador analógico em destaque no centro. É possível fazer a leitura do hodômetro total e parciais, indicador da velocidade, nível de combustível, horas, temperatura do líquido de arrefecimento e luzes indicadoras de direção, neutro, farol alto, injeção eletrônica, pressão do óleo, H.I.S.S. (Honda Ignition Security System) e ABS/CBS na versão com este sistema.O conforto para o piloto e o garupa foi aprimorado no modelo. Isso tudo porque a traseira, mesmo mais compacta, conta com assento mais ergonômico. Em dois níveis, a posição de pilotagem é privilegiada tanto para uso urbano quanto na estrada. Destaque para as alças laterais, deixando o conjunto mais leve nas extremidades e proporcionando melhor ergonomia para o garupa. Para complementar, a rabeta está mais curta e termina numa trajetória diferente da do banco formando um perfil semelhante a uma flecha, o que reforça a sensação de velocidade. Uma das características mais marcantes da CB 600F Hornet é o novo posicionamento do escapamento, que privilegia a centralização das massas, além de contribuir para o balanceamento dinâmico e diminuição do centro de gravidade do conjunto. Seguindo uma tendência Honda derivada da Moto GP, o componente é curto, encorpado e adota uma ponteira diferenciada em forma triangular. Na prática, resulta em respostas mais rápidas, precisas e garante estabilidade nas curvas e trajetos sinuosos. Sua configuração é do tipo 4X2X1, todo em aço inox e possui sensor de oxigênio e sistema de catalisadores internos. Sua iluminação também está em evidência, proporcionando ótima visibilidade. O novo conjunto óptico é composto por farol com dois blocos ópticos com refletores multifocais sobrepostos e lente de policarbonato. As lâmpadas são independentes de 55W (baixo/alto). Compondo essa nova estrutura, a lanterna traseira conta com a avançada tecnologia LED (Light Emitter Diode). Num formato fino e integrado ao conjunto da rabeta, o sistema apresenta perfeita distribuição do brilho da luz emitida, resultando em perfeita sinalização e visualização em diferentes situações tais como neblina, direção noturna e durante o dia. O grande benefício para o usuário é a segurança durante a pilotagem. O baixo consumo de energia também é outra vantagem dessa iluminação.Suas dimensões também foram alteradas e colaboram com a maior agilidade da motocicleta.
A relação entre comprimento x largura x altura é 2.085 mm x 760 mm x 1.090 mm. Além disso, a distância entre eixos aumentou em 15 mm e ficou com 1.435 mm. O assento está mais alto com 804 mm e a distância do solo diminuiu 6 mm, hoje com 135 mm. Motor: mais compacto e derivado da CBR 600RR Toda a potência e a força da nova CB 600F Hornet está no motor de 4 cilindros em linha, alimentado por injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection), DOHC (Double Over Head Camshaft), 599,3 cm3, 16 válvulas e arrefecido à líquido. A grande evolução é a redução de 8% do peso total quando comparado com a versão anterior, melhorando ainda mais o rendimento e o funcionamento da motocicleta.O motor gera potência máxima de 102 cv a 12.000 rpm e torque de 6,5 kgf.m a 10.500 rpm. Com isso, o modelo é ideal tanto para o uso urbano como nas estradas. Qualidades que atraem os amantes do estilo naked.A nova Hornet traz um dos mais avançados sistemas de injeção de combustível desenvolvido pela Honda: o PGM-FI. O recurso assegura um consumo menor, além de menor minimizar a emissão de gases poluentes, devido ao conjunto com o sensor de oxigênio e catalisadores. Dessa maneira, a CB 600F Hornet está em conformidade com a norma Européia Euro3, similar ao PROMOT (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), previsto para entrar em vigor no País em 2009. O mecanismo é responsável, ainda, por dar respostas rápidas e lineares ao comando do acelerador, bem como em baixas e médias rotações.O modelo apresenta uma excepcional relação peso x potência: 1,69 kg para cada 1 cv do motor , comprovando sua vocação esportiva. Colabora ainda para a alta performance a transmissão de seis velocidades, de acionamento suave.Chassi: peso reduzido e respostas precisasPara garantir o máximo de controle e estabilidade à motocicleta, o chassi da CB 600F Hornet é do tipo Diamond Frame. Contudo, a grande revolução tecnológica fica por conta da substituição dos tubos de aço por estrutura mais leve e rígida em alumínio fundido. Os três elementos que compõem o chassi – coluna de direção, trave principal e secção de apoio da balança – são soldados entre si formando uma estrutura mais compacta do que a anterior. Além do menor peso, a mudança garante resistência e rigidez ao conjunto, resultando em maneabilidade e pilotagem mais precisa nas curvas.Transmitindo segurança e eficiência, o conjunto de suspensões recebeu as mais altas tecnologias Honda. O resultado é uma pilotagem precisa tanto em altas velocidades quanto no uso urbano. A parte dianteira é do tipo telescopia invertida (Upside Down). Com 41 mm de diâmetro e 120 mm de curso, a unidade garante extremo conforto durante a pilotagem e maior estabilidade por manter os pneus mais firmes e em contato com o solo.Já a suspensão traseira é monoamortecida e proporciona respostas progressivas e conforto para o piloto e garupa. Aliada ao chassi na busca por excelente desempenho, a balança em alumínio ganhou 39,1 mm de comprimento e favorece a transmissão de potência ao solo. Com isso, ganha-se em tração e deixa o modelo mais dinâmico. A segurança é outro ponto importante. Para assegurar eficiência nas frenagens, a Honda disponibiliza para o seu público duas opções: Standard e ABS (Anti Lock Brake System) com CBS (Combined Brake System) Opcional. A Hornet 2008 passa a ser comercializada a partir de abril, utilizando freio dianteiro a disco duplo flutuantes, com cáliper de pistão duplo e diâmetro de 296 mm. Já o traseiro dispõe de um único disco simples de 240 mm e é acionado por cáliper de pistão simples, possibilitando uma ótima frenagem e reação imediata, sem esforço para o piloto.Já a versão com o avançado sistema ABS/CBS (opcional), que agregará a linha em maio de 2008, será o primeiro a equipar uma motocicleta nacional. A unidade permite que um usuário comum possa frear com total segurança em qualquer situação. Enquanto o ABS minimiza a possibilidade de travamento e, conseqüentemente, o deslizamento dos pneus em superfícies escorregadias, o CBS tem a capacidade de modular simultaneamente a frenagem das rodas dianteira e traseira, com o acionamento do pedal de freio. A CB 600F Hornet é equipada com pneus largos e de perfil baixo, além de garantir estabilidade, tração e aderência. As rodas de alumínio de 5 raios possuem desenho exclusivo aro- 17’’, pneu dianteiro é do tipo 120/70 –ZR17 e o traseiro com configuração 180/55 – ZR 17. Além disso, a motocicleta conta com o H.I.S.S. (Honda Ignition Security System), um sistema imobilizador de proteção contra furto. A tecnologia é considerada um diferencial Honda e proporciona maior segurança ao estacionar o veículo em locais públicos.Somente a chave original tem capacidade para acionar o motor, devido à identificação por chip eletrônico. Com isso, o piloto fica protegido contra tentativa de furtos com chaves não originais.Nove anos de evoluçãoA apresentação da nova geração do modelo no mercado brasileiro é resultado de uma história de sucesso. Tudo começou em 1998 com o lançamento da CB 600F Hornet na Europa. Sua primeira geração trouxe a tendência de escapamento alto para motos street, além de ser equipada com motor 599 cm3.. Quatro anos depois, em 2003, o modelo chegou à segunda geração com novos sistemas de carburação e design da parte traseira mais afilada.Em 2005, a Hornet reforçou o seu estilo naked e, na terceira geração européia, as mudanças ocorreram na suspensão, painel de instrumentos e visor integrado. Mas a grande evolução notou-se em 2007 com uma série de alterações desde a parte mecânica até a ciclística. A quarta geração conta agora com as mais avançadas tecnologias que respeitam o meio ambiente, como, por exemplo, a redução significativa de poluentes na atmosfera através do seu sistema de injeção eletrônica. A Honda incorporou a motocicleta no seu line-up, em 2004, iniciando a produção na fábrica de Manaus (AM) por meio de PPB (Processo Produtivo Básico). Desde o seu lançamento até 2007, foram vendidas 13.449 unidades mantendo a liderança absoluta em sua categoria e atraindo tanto jovens quanto motociclistas mais experientes. Só no ano passado, o volume de emplacamento da Hornet foi de 78% em relação aos modelos da categoria naked existentes no mercado.Disponível nas cores preta e vermelha metálica, a CB 600F Hornet tem expectativa inicial de vendas de 6.000 unidades até o final do ano e estará disponível nas concessionárias Honda a partir de abril. Seu preço público sugerido é de R$ 30.837,00 (versão Standard) e R$ 33.137,00 (versão ABS/CBS Opcional), com base no Estado de São Paulo e não inclui despesas com óleo, frete e seguro. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.
Jornalista Responsável: Ricardo Ghigonetto (Mtb. 14.150)

sexta-feira, 14 de março de 2008