quarta-feira, 18 de junho de 2008
domingo, 15 de junho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
Teste do blogueiro XT 660 R Moto-trator

Como o título do post já diz , a XT 660 R, pode ser defida como a moto-trator, pelo menos vibra mais que um brutamonte desses. Porém ela podia ter outros apelidos, tais como moto topa tudo e moto frankstein, apelido esta referente ao fato dela ser feita de diversas peças fabricados por fabricantes totalmente diferente da Yamaha, a suspensão é Paioli, o radiador KTM, o motor é monocilíndrico feito pela Minarelli na Itália, os freios são da Brembo, discos da os aros.....etc.......
Antes de comprar essa mid trail da Yamaha, li por inteiro vários fóruns na internet, sendo o mais postado deles o forum XT, de forma que entre pró e contras acabei por torrar o meu suado metal nessa negona. Ela é uma moto que desperta muita coisa, desde opiniões, paixões e detratores de todos os tipos. Ela é quase como o ame-a ou a odeie. Rotineiramente ela costuma ser comparada a Honda Falcon, outras vezes já foi feito teste comparativos com a Honda Hornet . Comparações injustas, pois apesar dela andar bem mais que uma 400cc, ela custa quase o dobro (!), e se for comparar com as 600 4 cilidros que tem por ai , ela perde feio.
Vamos as imprressões:
1. Motor - motor de exatos 659 cm3 tem comando simples no cabeçote, com 4 válvulas, muito compacto e potência declarada de 48 cv a 6.000 rpm. O torque máximo é impressionante, com 5,95 kgf.m a 5.250 rpm. Vibra muito, mesmo para um mono cilíndrico, se comparado a falcon, ela chega a imcomodar, principlamente após 120-130 km;h. Porém é muito econômico. Outro ponto positivo é a injeção eletrônica que pode ser regulada no painel.
2. Painel - Totalmente digital, não tem conta-giros. Na XT 660 o painel não conta com shift-light, mais um led para indicar o funcionamento da injeção. No visor de cristal líquido estão o velocímetro digital, hodômetros total e parciais e até um fuel-trip, que é acionado quando a gasolina entra na reserva, marcando quantos quilômetros está rodando nesta condição, ou seja é um mRCADOR INDIRETO DE COMBUSTÍVEL. Todo este painel tem iluminação inteligente que clareia ou escurece de acordo com a luminosidade externa. Ah, e ainda tem um relógio.
3. Freios - da marca brembo, são razoáveis. podiam ser duplo na dianteira.
4. Tanque - minúsculo para uma moto que pretende pegar estrada, podia ser maior, inclusive na nova Tenere eles aumentara de 15 para 22 litros (pra mim o ideal)
5. Consumo - muito bom, média de 20-22 km por litro.
6. Conforto - na média. O banco podia ser melhor, em dois níveis
7. Pontos negativos - autonomia baixa, escapes desprotegidos, obrigando colocar um protetor, vibração além do aceitável, altura, e preço
8. Pontos positivos - retomada, robustez, beleza, injeção eletrônica.
Em 23.06.2008
Primeira Revisão: 1000km
Apenas Óleo e filtro de óleo
Valor: 80 reais
Concessionario: bom atendimento mais entregaram a moto sem lavar, ou muito suja ainda.
Média de consumo 20km por litro
A História: O nome XT, pelo que pude pesquisar na internet, se refere a "X" - de cross e "T" de trail - não, não é de Tzão mesmo não!! :). Então seu nome já evidencia seu pedigree de uma moto trail, ou seja , estradeira com características off-road, ou seja, igual a mim, topa tudo, HE HE Seu lançamento remete ainda ao 21º Tokyo Motor show em 1975, quando a Yamaha lançõu a XT 500, como continuação de uma série de lançamentos iniciados com a DT em 1968. Foi o primeiro moncilíndrico com 4 válvulas da Yamaha, num tempo onde os bicilíndricos reinavam, pois eram considerados rudes, com muita vibração, desconfortáveis portanto. O projeto foi iniciado com o propósito de ser leve, compacto e altamente durável e por que não, bonito. o chassis foi desenhado para poder suportar tanto as vibrações do motor quanto a sobrecarda off-road que a característica da moto demandava. Era a filosofia um yen, uma grama, melhor dizendo, valia cada centavo.Nascia então uma moto bem leve, que já nos dois primeiros Paris-Dakar ganhou os dois primeiros lugares, em 1979, nascia o mito a Yamaha Ténéré . Só em 1988 a Yamaha XT500 se transformou em XT600 Tenere. A XT 660 R A XT 660R inaugurou a injeção eletrônica em motos nacionais e trouxe tecnologia para as motos de uso misto. Suas principais características são: motor de 660cc, um cilindro, quatro válvulas (SOHC), refrigerado a líquido, que desenvolve 48 cv a 6.000 rpm. É um motor vigoroso, de respostas rápidas desde as mais baixas rotações e um tanto “áspero”, que emite boa dose de vibração, sobretudo na descida de giro. Tem um torque estrondoso, comparada por muitos a um trator. As suspensões da XT 660 são extremamente macias e competentes. seus freis são a disco da prestigioada marca italana Brembo, bem como os seus aros são de alumínio, também italiano (acho que por isso de seu preço um pouco salgado). aliás, esses pra mim, são seus dois pontos negativos, o preço, em torno de 25.000 reais e sua autonomia.
Características técnicas:
Comprimento total: 2.240 mm
Largura total: 845 mm
Altura total: 1.230 mm
Altura do assento: 865 mm
Distância entre eixos: 1.505 mm
Altura mínima do solo: 210 mm
Peso seco: 165 Kg
Raio mínimo de giro: 2,40 m
Motor: 4 tempos, SOHC, refrigeração líquida, 4 válvulas
Quantidade de cilindros: 1 cilindro
Cilindrada usual : 660 cc
Diâmetro x curso: 100,0 x 84,0 mm
Taxa de compressão: 10,0:1
Potência máxima: 48 cv a 6.000 rpm
Torque máximo: 5,95 kgf.m a 5.250 RPM
Sistema de partida: Elétrica
Sistema de lubrificação: Cárter seco
Capacidade do óleo do motor: 2,90 litro
Capacidade do tanque de combustível (reserva): 15 litros
Alimentação: Injeção Eletrônica
Sistema de ignição: ECU Bateria: 12 V x 8 Ah, selada
Transmissão primária: Engrenagens
Transmissão secundária: Corrente
Embreagem: Multidisco banhado a óleo
Câmbio: 5 velocidades, engrenamento constante
Quadro: Diamond
Ângulo de cáster: 27,25º Trail: 107 mm
Pneu dianteiro: 90/90-21 M/C 54 S
Pneu traseiro: 130/80-17 M/C 65 S
Freio dianteiro: Disco tipo flutuante de 298 mm de diâmetro, acionamento hidráulico.
Freio traseiro: Disco de 245 mm de diâmetro, acionamento hidráulico.
Suspensão dianteira: Garfo telescópico, mola e óleo.
Suspensão traseira: Braço oscilante, monocross
Curso da suspensão dianteira: 225 mm
Curso da suspensão traseira: 200 mm
Painel de Instrumentos: Velocímetro, hodômetro total, hodômetro parcial e relógio; indicador de: sistema de imobilização, temperatura do motor, nível de combustível baixo, farol alto, pisca, pisca alerta, neutro.
Cores: Azul e preta
quinta-feira, 12 de junho de 2008
VMax 2009 - A lenda continua
Maxima
Painel com shift light
Escapamento de titânio
Painel oled no tanque
Lendária
VMax - 200 cvA nova VMAX vem equipada com um novo motor de 1679cc a 4 tempos, refrigeração liquida, V4 DOHC 65º, proporcionando uma experiência explosiva em aceleração.
Com um diâmetro x curso de 90 x 66mm e com uma taxa de compressão de 11.3:1, o novo e intimidante visual liberta 200 cv de potência às 9000 rpm, em conjunto com o impressionante binário de 166.8 Nm às 6500 rpm.
O totalmente novo motor da VMAX beneficia da aplicação da mais avançada tecnologia Yamaha ao nível do motor vista nesta categoria.
(*Aviso: A VMAX tem a velocidade máxima regulamentada a 220km/h, por um sistema inteligente, ainda assim permite rodar em máxima aceleração durante 400m)
A tecnologia Yamaha's G.E.N.I.C.H.* - siglas para Genesis Eletronic Engeneering Aimed at New Innovative Control Technology Based on Human Sensibilities, engenharia eletrônica Genesis baseada em inovadores controles de tecnologia baseados na sensibilidade humana. A nova VMAX beneficia desta avançada tecnologia Yamaha G.E.N.I.C.H, com características como o sistema YCC-I (Yamaha Chip Controlled Intake) e o YCC-T (Yamaha Chip Controlled Throttle) que são factores chave no aproveitamento da potência. (* G.E.N.I.C.H. [Jenik] stands for Genesis in Electronic engineering aimed at New, Innovative Control technology based on Human sensibilities.)
Câmara de combustão compacta
Velas em Iridium
Em conjunto com todos os avanços tecnológicos que presenciamos, a nova VMAX vem equipada com velas de ignição em Iridium. Este tipo de velas é usado na maioria das motos de alta performnce, e foram concebidas para garantir uma combustão extremamente eficiente em qualquer velocidade.
Motor inclinado a 65º com câmara de combustão central
Pistons forjados a alumínio
Outro exemplo de como toda a tecnologia foi aplicada a esta máquina são os novos pistons forjados a alumínioBielas fracturadas
YCC-I - Controlo Electrónico Yamaha de admissão de ar
A nova VMAX vem equipada com o sistema YCC-I, controlo electrónico do comprimento dos colectores de admissão para um maior aproveitamento da massiva potência e binário excepcional.
Quando as rotações do motor atingirem os 6650 rpm, o servo motor controlado electrónicamente, ajusta os colectores de admissão, ajustando a sua medida para apenas 54mm, o que permite ao motor entregar ainda mais potência desde a média rotação até ao su limite.Injecção de combustível e sistema YCC-T – Sistema electrónico de controlo do acelerador
Mais um avanço tecnológico verificado na nova VMAX é o sistema YCC-T - Sistema electrónico de controlo do acelerador, muito usado nas superdesportivas.
O sistema YCC-T permite aproveitar todas as capacidade do massivo motor da VMAX, para uma resposta ao acelerador rápida e limpa.
Estilo agressivo em alumínio das entradas de ar e filtro do ar de grande capacidade
Sistema de escape 4-1-2-4 com mufflers curtos em titânio
A nova VMAX vem equipada com um novo sistema de escape 4-1-2-4, com mufflers curtos em titânio.
Um sensor 02 (sensor Lambda) detecta os níveis de oxigénio no sistema de escape
Radiador de 2 peças
A nova VMAX beneficia de um sofisticado sistema de refrigeração que consiste em dois radiadores, um para líquido, e outro para o óleo. O radiador de 2 peças é composto por uma secção no topo em curva, o que permite ao motor posicionar-se mais perto da roda da frente.
Para atingir a máxima eficiência ao nível da refrigeração, a parte inferior é de design convencional permitindo que o massivo motor V4 seja visto em toda a sua glória.
E para garantir a estabilidade da temperatura do óleo para uma performance ainda mais consistente, o motor de 1679cc vem equipado radiador para óleo.
Novo quadro de baixo perfil em alumínio
O conceito que levou à concepção de um novo e massivo motor, foi aplicado à concepção do novo quadro em alumínio. O desenho de alta tecnologia proporciona níveis de manobrabilidade excepcionais, permitindo-lhe optimizar o elevado potencial do notável motor V4 de 1679cc
O novo quadro tipo "diamond" foi desenvolvido e fabricado usando a mais avançada tecnologia Yamaha ao nível do chassis, e a sua estrutura apesar de ser leve possui uma rigidez excepcional.
A combinação dos diferentes tipos de alumínio do quadro, cada um com um nível de rigidez adequado à posição onde se encontram no quadro, é um dos principais factores de sucesso para conseguir o balanceamento ideal da rigidez.
Disco frontal de largo diâmetro e discos de trás tipo onda
Com recurso à mais avançada tecnologia que descrevemos até agora, não irá ficar surpreendido se descubrir que o sistema de travões desenvolvido para a nova VMAX é o mais avançado tecnologiamente e com design arrojado, nunca visto antes numa moto Yamaha.
A roda da frente, dois discos de 320mm de diâmetro tipo wave, montados em pinças radiais de 6 piston para uma soberba capacidade de travagem – e para seu prazer, o cilindro principal vem equipado com uma bomba radial.
E para uma paragem segura e confiante, a nova VMAX vem equipada com um disco na roda traseira tipo wave de 298mm.
Sistema ABS de controlo linear
A VMAX vem equipada com um novo sistema ABS hidráulico de controlo linear, que foi desenvolvido para melhorar capacidade de travagem nas mais variadas situações. O sistema hidráulico é activado por um válvula solenoide linear que previne que a roda bloqueie durante a travagem.
O inovador e compacto sistema de ABS combina o mecanismo do ECU e do sistema hidráulico numa única unidade que está situada por baixo do assento.
Mantendo as dimensões do sistema ao mínimo, nem a estética ou peso da máquina são comprometidos, e o posicionamento da unidade garante que a massa está central para uma manobrabilidade neutral.
18'' Roda da frente e de trás
Painel de instrumentos multi-funções montado do depósito
Montado no topo do depósito encontramos o painel multi-funções Orgânico Electro-Luminescente “OEL”, que disponibiliza uma vasta gama de informação através do seu display de 256x64. O novo desenho do painel OEL proporciona informação de fácil visualização, e as suas funções inclui odómetro, conta-kms, relógio, indicador de combustível, indicador temperatura, posição caixa de velocidades, temperatura do motor,...
Toda a informação apenas ao alcance de um botão!
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Honda Shadow 750



Modelo 2009 chega com moderno sistema de injeção eletrônica, além de cores e grafismos diferenciadosDesempenho mais suave e progressivo, bem como uma pilotagem confortável. Assim pode ser definida a nova Honda Shadow 750, modelo 2009, que passa a ser comercializada a partir do início do próximo mês (junho), nas concessionárias de todo o país. Representante da categoria Custom chega com cores e grafismos mais sofisticados e arrojados.Consagrada entre o público que valoriza liberdade com estilo, a Shadow 750 proporciona emoção na pilotagem e prioriza ainda mais o conforto tanto do piloto quanto do garupa. Tudo isso graças aos novos pedais de câmbio e de freio, além das pedaleiras em formato de plataforma. A posição de pilotagem também foi alterada devido ao novo guidão, garantindo uma viagem de longo percurso muito mais prazerosa.Mas as inovações não param por aí. A tecnologia Honda é vista no moderno sistema de injeção eletrônica de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection), que já atende a terceira fase da norma brasileira PROMOT (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), que entrará em vigor em janeiro de 2009.Produzida na fábrica de Manaus (AM), a Shadow 750 tem expectativa inicial de vendas de 3.000 unidades até o final do ano, 25% a mais em relação ao modelo 2008.Estilo sofisticadoO visual da Shadow 750 está diretamente ligado ao conforto, além de reforçar o conceito “Classic Custom”. Projetada para oferecer comodidade ao piloto e ao garupa, suas linhas são envolventes e conta com um grande número de componentes cromados, que aliam elegância e sofisticação.O destaque fica por conta de suas cores e grafismos, onde cada modelo possui estilo único e atrativo para os consumidores que desejam uma motocicleta diferenciada, a começar pela tradicional preta com emblemas tribais no tanque e no pára-lama dianteiro. O objetivo é transmitir força e presença, ideal para quem busca valorização.Já o cinza metálico chama a atenção para o estilo “retro-cruiser”, incorporando grafismos com emblema 3D cromado com faixas nos pára- lamas dianteiro e traseiro. Dotada de linhas marcantes e joviais, a Shadow 750 azul metálica apresenta grafismos inspirados no estilo “flame”, aplicados no pára-lama e no tanque.Na frente, a motocicleta possui conjunto óptico de forma tradicional, com farol de refletores multifocais, lentes transparentes e lâmpada halógena 60/55W. Na traseira, a lanterna e os piscas oferecem ampla capacidade de iluminação.Para compor a estrutura da motocicleta, a posição da pilotagem foi alterada, melhorando no conforto em longas viagens e facilitando a maneabilidade em uso urbano. Agora o guidão está 17mm mais alto e 15mm à frente, permitindo que os braços não fiquem tão flexionados. Além de contar com novos suportes reguláveis e com coxins fixos para amenizar as vibrações.As mudanças também são notadas nas pedaleiras, tipo plataforma e com apoio total dos pés. Com base de alumínio e piso de borracha, a estrutura é mais confortável e evita que o calcanhar do piloto raspe no chão. O pedal do câmbio tem duplo acionamento (frontal e traseiro) e o engate é mais fácil e macio, devido a alavanca ser maior. Já o pedal do freio, também revestido de borracha, é mais rígido e facilita a frenagem com menor esforço.O assento em dois níveis, com altura de 660 mm, contribui para a fácil pilotagem e controle da motocicleta. Além disso, a relação entre comprimento x largura x altura foi alterada e é agora de 2.503 mm x 920 mm x 1.125 mm. O painel de instrumentos foi modificado para reforçar ainda mais o estilo “Classic Custom” da Shadow 750. Integrado com o tanque de combustível, é possível fazer a leitura do velocímetro, luz indicadora do neutro, pressão do óleo, temperatura do líquido de arrefecimento, injeção eletrônica e H.I.S.S (Honda Ignition Security System). Além disso, as luzes indicadoras de reserva de combustível, sinalizadores de direção e farol alto estão localizadas na mesa superior da motocicleta.Um dos elementos mais marcantes da Shadow 750 é o novo escapamento duplo (tipo 2x2), que possui sensor de oxigênio (que auxilia o módulo ECM na correção da mistura ar/combustível antes da combustão) e sistema de catalisador interno para cada peça. Com um visual de uma autêntica custom, suas ponteiras estão mais curtas, resultando em um som mais envolvente e realçando as batidas e as pulsações do motor.
Motor: desempenho mais suave e progressivoToda a resistência, robustez, baixa manutenção e força da Shadow 750 estão no motor OHC (Over Head Camshaft), de 745 cm3, quatro tempos, dois cilindros em “V” de 52º e arrefecimento a líquido. Com esses atributos, é possível sentir a imponência e força do motor, associada ao prazer em viagens e passeios.Gerando potência máxima de 45,5 cv a 5.500 rpm e torque de 6,5 kgf.m a 3.500 rpm, o modelo é ideal para encarar longas viagens com desempenho suficiente em ultrapassagens seguras nas estradas. Qualidades que atraem os amantes do estilo custom e que buscam mais comodidade do que velocidade.Além disso, possui câmbio de cinco velocidades, que associado ao elevado torque do motor, não requer trocas constantes das marchas. A transmissão por eixo cardã proporciona respostas imediatas com maior eficiência, manutenção mínima e conforto, devido à ausência de ruídos mecânicos e vibração do conjunto.A Shadow 750 traz um dos mais avançados sistemas de injeção de combustível desenvolvido pela Honda: o PGM-FI. O recurso assegura um consumo menor, além de minimizar a emissão de gases poluentes, devido ao conjunto com sensores de oxigênio e catalisadores. O mecanismo é responsável, ainda, por dar respostas rápidas e lineares ao comando do acelerador, bem como em baixas e médias rotações. Dessa maneira, a motocicleta está em conformidade com a norma brasileira PROMOT 3, prevista para entrar em vigor no País a partir de janeiro de 2009.O chassi é do tipo berço duplo de aço e assegura elevada resistência a torções, com melhor dirigibilidade. A suspensão dianteira telescópica, com curso de 117 mm, e a traseira duplo-amortecida, com cinco posições de ajuste da tensão da mola, oferecem comodidade no uso com garupa, sendo que as mesmas possuem capas cromadas que reforçam a robustez e sofisticação do modelo.O tanque de combustível, em forma de gota, tem capacidade para 14,4 litros, incluindo 3,2 litros de reserva. A tampa cromada do filtro de ar realça o conjunto e dá destaque ao motor. A bateria selada de 12V – 11,2 Ah dispensa manutenção.Segurança e facilidade na pilotagemA Shadow é equipada com freio a disco na dianteira, com cáliper de duplo pistão e diâmetro de 296 mm, que teve o posicionamento alterado para o lado direito, dando mais equilíbrio aerodinâmico. Na traseira o sistema é a tambor, com disco de 180 mm, responsável por frenagens progressivas, seguras e eficientes.Além disso, a motocicleta dispõe de pneus largos, que garantem segurança para todo o conjunto e estabilidade tanto em retas quanto em curvas. As rodas dianteira de 17’’ e traseira de 15’’ recebem pneus 120/90 – 17 M/C 64S e 160/80 – 15 M/C 74S, respectivamente.Um dos itens de segurança que equipam o modelo é o sistema H.I.S.S. (Honda Ignition Security System), um componente imobilizador de proteção contra furto. Somente a chave original tem capacidade para acionar o motor, devido à identificação por chip eletrônico. A tecnologia é considerada um dos grandes diferencias da HondaLiberdade com estiloA apresentação da Shadow 750, modelo 2009, é resultado de uma história de sucesso. Tudo porque a motocicleta é o sonho de consumo dos amantes por pilotagem prazerosa, que desejam conforto e sofisticação.A Honda incorporou a moto no seu line-up, em 2005, iniciando a produção na fábrica de Manaus (AM) por meio de PPB (Processo Produtivo Básico). Desde o seu lançamento até 2007, foram comercializadas 5.942 unidades mantendo a liderança absoluta em sua categoria e atraindo cada vez mais consumidores que buscam o lazer nos finais de semana. Só nos últimos 12 meses, o volume de emplacamento da Shadow foi de 40% maior em relação aos modelos da categoria custom existentes no mercado.Com todas essas inovações tecnológicas, a Shadow 750, modelo 2009, mantém o seu valor e tem preço púbico sugerido de R$ 29.980,00, com base no Estado de São Paulo e não inclui despesas com frete e seguro. Disponível nas cores preta, azul metálica e cinza metálica, o modelo tem garantia de um ano, sem limite de quilometragem
domingo, 11 de maio de 2008
domingo, 4 de maio de 2008
Aprilia Dorsoduro

Farol Dianteiro altamento agressivoApós o lançamento de uma das mais bem sucedida supermotard até o momento, a Ducati Hypermodart, a Aprilia responde anunciando o lançamendo da nova SMV 750 Dorsoduro. Seu nome remete a uma região da bonita cidade de Veneza. Sua estética impactante, italianíssima, unida a um motor grande motor bicilíndrico, italianíssimo, são suas principais características que podem até marcar a chegada de um novo seguimento, as Maxi Motard.
A Aprilia aproveitou a experiência adquirida nos últimos anos nas provas de GP e Supermotard para lançar um modelo ágil, rápido e que atenda motociclistas de todos os tipos, principalmente os que passam os finais de semana na pista levando a máquina ao extremo.
Nem todos os números foram divulgados, uma vez que o lançamento está previsto para maio na Europa e Reino Unido. Entretanto já se sabe que esta nova Supermotard, ou Maxi Motard, será equipada com um motor bicilindrico de 750 cc, 90 graus, V-twin, refrigerado agua, capaz de produzir até 95 cv de potência a 8750 rpm, com ênfase no torque em baixas e médias rotações.
Alta tecnologia eletrônica também faz parte deste novo modelo. Graças ao sistema de gestão eletrônica denominado Ride by Wire, é possível escolher por três curvas diferentes de potência. Função ideal para controlar a motocicleta em tipos de terreno diferentes. Voçê pode escolher no botão Start, entre Rain, Touring e Sport. Portanto dependendo do seu humor e do tempo voçê pode configurar o modo de conduçâo de sua Aprilia.
O tanque com capacidade para somente 12 litros revela que esta moto quer mesmo é acelerar em circuitos pois sua autonomia não ultrapassa os 200 km. Seu peso seco é de 186 kg e o preço de lançamento ficará por volta de 6.400 euros. Grande lance da Aprilia num (motard) segmento em franca ascenção , com um bom chassi, um excelente motor, mas será páreo para as Ducati e as KTM. Infelizmente não há nem previsão se lançamento dessa beldade aqui, ainda mais que a aprilia nem representação possui aqui no Brasil.
Anyone else but you
The monkey on the back is the latest trend,
Don't see what anyone can see,
In anyone else,
But you
Here is a church and here is a steeple,
We sure are cute for two ugly people,
Don't see what anyone can see,
In anyone else,
But you
We both have shiny happy fits of rage,
I want more fans, you want more stage,
Don't see what anyone can see,
In anyone else,
But you
I'm always tryin to keep it real,
Now i'm in love with how you feel,
I don't see what anyone can see,
In anyone else,
But you
I kiss you on the brain in the shadow of the train,
I kiss you all starry eyed,
My body swings from side to side,
I don't see what anyone can see,
In anyone else,
But you
The pebbles forgive me,
The trees forgive me,
So why can't,
You forgive me?
I don't see what anyone can see,
In anyone else,
But you
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu
I don't see what anyone can see,
In anyone else,
But you.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Eddie Vedder
Composição: Eddie Vedder
Have no fear
For when I'm alone
I'll be better off than I was before
I've got this light
I'll be around to grow
Who I was before
I cannot recall
Long nights allow me to feel...
I'm falling...I am falling
The lights go outLet me feel
I'm falling
I am falling safely to the ground
Ah...
I'll take this soul that's inside me now
Like a brand new friend
I'll forever know
I've got this light
And the will to show
I will always be better than before
Long nights allow me to feel...
I'm falling...
I am falling
The lights go out
Let me feel
I'm falling
I am falling safely to the ground
Ah...
FDS
A Galinha, eu e a Doida
Foto perfeita
Só artistas - Mario supusitório, Ed maluco, Airton Brega, e eu - The Best
"A Quadrilha" - o chefe é o do meio!
Construido por escravos no período de 1880 - 1890, tendo sido terminado somente em 1906
Tem como finalidades a irrigação, o desenvolvimento das culturas de vazante, a piscicultura, o aproveitamento das áreas de montante e o abastecimento de água da cidade de Quixadá.
Foi projetada e construída pela Comissão de Açudes e Irrigação. Seu atual proprietário é o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), órgão federal que substituiu a Comissão de Açudes e Irrigação.
Com o impacto das secas dos anos de 1877/79, o Governo Imperial, no ano de 1880, solicitou ao Engº. Jules Revy o estudo das melhores áreas e respectivos boqueirões para a construção de açudes. A barragem do Cedro teve seu primeiro projeto executado no ano de 1882 pelo mesmo Engº. Jules Revy. No ano de 1889, sob a direção do Engº. Ulrico Mursa, da Comissão de Açudes e Irrigação, após cuidadosos estudos locais, foram realizadas modificações no projeto original, que obtiveram aprovação oficial do governo. Iniciaram-se, então, a 15 de novembro de 1890, os trabalhos de construção da barragem, os quais só foram concluídos no ano de 1906, já então sob a direção do Engº. Bernardo Piquet Carneiro.
Durante o seu projeto e construção ocorreram fatos que valem ser ressaltados, como as secas dos anos de 1888/89, 1891, 1898, 1900 e 1902, o que tornou o açude uma obra considerada de emergência. Outros fatos ocorreram após a sua construção que merecem ser citados, como:
em 1924 - sangrou pela primeira vez;
em 1925 - houve uma outra sangria;
em 1930/32 - durante este período o açude secou completamente;
em 1974/75 - aproximadamente 50 anos depois, houve novas sangrias